A Tiffany, por ser uma empresa de capital aberto, é para os joalheiros de mundo, uma espécie de termômetro, ou seja, pelos movimentos da Tiffany é possível verificar a situação do mercado joalheiro, incluindo bijuterias finas.
E as notícias não são nada boas. A crise financeira arruinou este ano o Natal da Tiffany que já foi obrigada a cortar 800 postos de trabalho e frear a abertura de novas filiais, informou a empresa diretamente de sua flagship.
Quando esta crise começou no início deste ano, o plano da Tiffany era crescer em outros paises, abrindo novas lojas, principalmente na Europa, onde abriu 5 lojas este ano (Madrid, Dublin, Frankfurt, Paris, Viena), já que nos USA e no Japão os negócios não deslancham. Mas agora o negócio começa a dar sinais de retração também na Europa, onde ocorreram grandes investimentos. Na verdade, houve aumento na Europa de vendas graças inclusão das novas lojas, mas queda nas antigas. Em novembro, o negócio piorou nos Estados Unidos, e não está bem na Europa e Ásia.
A situação não é pior, porque financeiramente a Tiffany está fortalecida com a venda de diversas de suas sedes, como Londres e Japão, este ano.
A queda geral foi mais de 55% no 3o trimestre terminado em outubro deste ano.
O CEO da Tiffany, Michael Kowalski diz: " O futuro é incerto. É impossível dizer quando os clientes recuperarão a confiança".
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