
O Kimberley Process foi criado para paralizar o comércio de diamantes de sangue está perdendo a batalha em diversos países do mundo, diz o novo relatório "Diamonds and Human Security" emitido pelo PAC - Parceria África-Canadá, antes da Conferência Anual do Processo Kimberley, que está sendo realizada neste mês na Índia.
O relatório do PAC detalha as condições de funcionamento do comércio e direitos humanos de mineiros em alguns dos maiores países produtores de diamantes do mundo, evidenciando que o Processo Kimberley está ficando menos efetivo, e há um comércio crescente em diamantes brutos ilícitos.
O relatório cobre diversos paises, como Angola, República Democrática de Congo e Sierra Leoa, totalizando 13 países na África e América do Sul.
Além de Angola, DRC e Serra Leoa, o relatório examina as condições de comércio que estão deficientes em Costa do Marfim, República Central Africana, Gana, Guiné, Libéria, República do Congo e Zimbábue, e, na América do Sul, Brasil, Guiana e Venezuela.
Costa de Marfim é hoje o único país onde o fenômeno de diamantes de conflito ainda persiste oficialmente, diz o relatório.
O relatório nota que assuntos de direitos humanos, e corrupção de governo existem na maioria das nações produtoras de diamantes.
Conclusão do CREBi.com:
O KP deveria dar o verediicto "tarefa cumprida", pois praticamente os objetivos chaves do KP que eram combater os diamantes de sangue já estão praticamente concluidos e obtidos e se o KP entrar em outros assuntos, como corrupção com diamantes, direitos humanos e ecologia na mineração fora dos objetivos iniciais entra em terreno movediço, onde as grandes nações também não são exemplos adequados.
Essa é conclusão que se chega na leitura do relatório do PAC
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