
O turista estrangeiro é o maior comprador de jóias e gemas do Brasil, representando aproximadamente 60% de todas jóias e 40% de todas gemas vendidas ao exterior, respectivamente, conforme dados extraídos das estatísticas de exportação do IBGM, cujas vendas são feitas sob o regime DEE.
Desta forma, o conhecimento dos movimentos e desejos dos turistas é um fator importante para as joalherias que vendem a turistas ou desejam vender.
A Embratur preparou um estudo-pesquisa sobre o turista estrangeiro que visita o Brasil, que deveria merecer mais atenção por parte dos fabricantes e dos varejistas de jóias.
O CREBi.com por meio do seu novo Centro de Promoção de Jóias - PROJÓIAS está preparando um estudo com base no relatório da
Embratur, onde apresentará novas tabulações dos dados, principalmente como poderá aplicar no Brasil, as técnicas usadas no
Peru, o país da América Latina que mais recebe turístas do mundo inteiro, onde as compras de jóias são bem representativas para economia local.
Dos dados da pesquisa elaborada pelo Convention & Visitors Bureau de Curitiba para a Embratur, pode-se extrair alguns dados de interesse das joalherias:
- os principais itens adquiridos pelos turistas são: souvenirs/artesanato (68,5%), roupas/calçados (54,7%), livros/revistas (15,3%), jóias (6,5%), brinquedos (6,5%) e artigos esportivos (4,7%).
- hospedagem, compras, alimentos, cultura e transporte são os principais gastos individuais do turista estrangeiro.
- o gasto médio diário do turista em Curitiba é de US$ 288,77.
- O número é bem superior à média de gastos de turistas que vêm ao País a negócios que é US$ 165,14, segundo estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), encomendado pela Embratur em 2006.
São Paulo que é o 2o pólo de recepção de turistas deveria ter um espaço dedicado a jóias como existe no Rio, em algumas empresas.
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