
Os joalheiros tendem a se fixar mais no preço de ouro, mas existem outros metais onde os preços estão nas alturas. É o caso do ródio, que agora chegou ao recorde de US$ 10.000 a onça (onça = 31,1 gramas) devido
a queda da produção da África do Sul, o maior produtor e a alta demanda da indústria automobilística e grande interesse de produtores da Ásia. Melhor dizendo, a demanda supera a produção desde 2007 e tende acelerar ainda mais os preços. O mesmo o que acontece com a Platina, que já superou a US$ 2.300.
Em 4 anos, o preço do ródio foi multiplicado por 10. Em 2004, o ródio era vendido por US$ 1000.
Este metal não é comercializado em bolsas, mas negociado entre produtores e consumidores, sendo seu preço divulgado por consultorias especializadas como Kitco, Bullion Desk, Heraeus e Lipmann Walton.
Junto com o rutenio, o paládio, o ósmio e o irídio, o ródio é um dos "metais do grupo da platina". Seu número atómico 45 é o mais raro de todos.
A palavra ródio vem do grego e significa rosa e descoberto em 1803 pelo britânico William Hyde Wollaston, sua função principal é contribuir para reforçar a dureza de outros metais, como platina e paládio.
Tendo ainda outras aplicações na eletrônica, na ótica e na joalheria para o tratamento do ouro branco e como também de catalizador em números processos industriais.
Sua mineração é complexa, porque este metal sempre está misturado em quantidades pequenas com outros metais e sua produção tem se reduzido devido ainda a falta de energia elétrica na África do Sul, que produz 80% da produção mundial.
A Rússia é outro produtor, embora tenha estoques altos do produto, vem o metal em pequenas quantidades, o que provoca aumento de preços.
O maior produtor do minério é Anglo American (não podia ser outro se tratando da África do Sul) teve baixar a produção devido ao motivo acima citado.
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