
O CREBi.com sempre deu um destaque especial aos diamantes, uma vez que este setor, embora pequeno no Brasil, representa mais de 50% de todo o movimento joalheiro mundial.
O destaque se deve a dois pontos básicos: o Brasil precisa de criar uma indústria de jóias de diamante mais forte, essencial para o crescimento da joalheria nacional, simultaneamente a mineração no Brasil neste setor está ficando mais ativa com a entrada de novos players estrangeiros.
Um deles é a mineradora canadense-australiana Vaaladian, que acaba de recuperar mais um diamante to tipo grande de 30,25
quilates em sua mina de Mato Grosso (aliás, o 2o em tamanho, o primeiro era de 34,75 quilates. Neste tipo de diamante, o
valor por quilate é US$ 1000, o que representa uma boa lucratividade.
Mas existem muitos outros explorando o Brasil, como Sao Luiz Mining e Brazilian Diamonds somente para citar duas.
A Vaaladian possui zonas de exploração em Mato Grosso, Rondônia, Bahia e Minas Gerais.
A região geológica de Duas Barras em Minas dessa companhia é no momento a mais promissora, onde foi dimensionado mais de 12 milhões de quilates a serem explorados nos próximos anos. Então, boas notícias devem surgir dessa área. Ainda há a reserva de Pimenta Bueno, perto da Reserva Roosevelt que ainda não está dimensionada, sem contar com a Chapada dos Guimarães, onde os diamantes grandes estão brotando (veja acima). O CREBi.com tem muita esperança na Chapada Diamantina, seguindo os pareceres da De Beers.
Esse número é maior que a produção total anual de Angola que este ano deve ultrapassar os 10 milhões de quilates (no ano passado, foi de 9.7 milhões).
A mina Catoca pertence a angolana Endiama (brasileira Odebrecht é sócia da empresa, juntamente russa Alrosa) representa 70% de toda a produção de Angola.
O Brasil ainda vai encontrar alguma Catoca por aqui. É somente uma questão de tempo.
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