
O ouro, por si só, não tem mais fôlego para reagir a aumentos, mas o descontrole dos preços do óleo propiciou um novo aumento substancial do ouro nesta semana, começando a US$901 e fechando a US$924 em Nova Iorque.
E como o petróleo segue sua escalada, é provável que o ouro siga sua trajetória de alta. Dizem que o barril de petróleo deve chegar a US$150. Neste caso, é possível que o ouro bata outra vez o patamar de US$1000/oz.
A dobradinha 150 e 1000 para o petróleo e ouro, respectivamente é um prognóstico dos especialistas.
Apesar do aumento do ouro para outros fins, a queda total do consumo do ouro no 1o quadrimestre caiu em 16% (21% na joalheria), conforme relatório do Gold Demand Trends do World Gold Council. Assim, o ouro por si só não é motivo de motivação para aumento de preço.
Contudo, o ouro é um metal precioso e está atrelado aos investimentos em bolsas de valores e em algumas situações de mercado, principalmente com commodities, inflação e economia fraca, o aumento de seu preço impera.
É o que está ocorrendo atualmente, o ouro deveria está no patamar de US$ 800, que é alto, mas suficiente para reativar o mercado (o patamar anterior era de US$640) aos níveis de 2006.
Mas a volatibilidade atual dos preços das commodities e da economia instável impedem isto. Assim tudo é possível. O ouro a US$1000/oz, novamente, não está descartado.
Desta forma, o joalheiro precisa de mais atenção para comprar na hora certa, quando o ouro recua levemente ou permanece estável no dia anterior. Esse é o momento certo de compra.
O CREBi.com fornece um recurso indispensável para o joalheiro: CREBi Gold Index, o preço ideal de compra da semana que atualizado diariamente baseado nas cotações das bolsas de Nova Iorque e Londres durante 7 dias.
Em breve, vai lançar essa metodologia para a BMF.
O CREBi.com divulga este índice como mera ilustração, ou sugestão de valor ideal de compra e nunca deve ser considerado como um serviço oferecido, e por isso não sujeito a nenhuma penalidade.
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