
Fabrizio Giannone é um empresário-designer italiano de bijuterias finas, que está se destacando na mídia nos ultimos 6 meses.
Antes disso, pouco aparecia, pois o espaço era reservado para sua mulher, Francesca Romana. Aliás, sobre Francesca Romana, já nos referimos em reportagem anterior, elegendo-a como a marca que mais sabia se autopromover pela mídia em geral, inclusive eletrônica.
Agora, o Fabrizio segue estes passos. Mas chamou a atenção do CREBi.com, um assunto por ele tratado em uma entrevista ao Correio da Bahia na Bazar: "Brasil não divulga o designer brasileiro no exterior".
O CREBi.com concorda. Uma idéia seria incluir nos próximos programas da IBGM-APEX um esquema para divulgação do designer brasileiro.
A Espanha, por exemplo, em todas as feiras em que as instituições espanholas ligadas as exportações (ICEX e Joyex) promovem para a joalheria, sempre reservam um stand para divulgar os produtos dos designers espanhóis.
Fabrizio fala o seguinte: "Acho que o Brasil tem uma grande base de jovens designers que estão aparecendo no mercado agora. O produto é muito bom, é exportável, mas o Brasil não divulga como deveria o designer brasileiro no exterior. A Bahia têm muitos designers com uma presença tropical, única, colorida, mas não estão sendo divulgados. Acho que, nesse termo, o Brasil tem que aprender com outros lugares, como França e Itália".
A marca Fabrizio Giannone está montando e formando uma rede de 20 lojas no Brasil, além de outras no exterior, como Miami, Buenos Aires, Panamá e Chile.
Sobre sua mulher, diz o seguinte:
"Era casado com minha ex-mulher, Francesca Romana, e naquela época demos o nome dela para todas as lojas da gente. Depois que separamos, acabamos separando também nossa atividade. Ela fez a linha dela, que leva o nome e sobrenome dela para as lojas que usam suas peças. Eu fiz também a minha linha e criei as lojas com meu nome. Isso tem mais ou menos 20 meses. Ela vende, principalmente, em São Paulo e Rio de Janeiro e eu, além dessas praças, estou expandindo para as outras capitais do Brasil a partir de convites que recebo. Fui entrando nessa realidade. Não conhecia Salvador, por exemplo, e, em geral, adorei, porque encontrei um público que se interessa muito pelas peças coloridas que criamos.
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