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Jóia representa o status e é a ferramenta mais importante de uma mulher



Constantemente, o CREBi.com recebe queixas de muitos empresários de jóias quanto aos problemas aderentes ao negócio de joalherias. Muitos demonstram que estăo no pior negócio do mundo.
Năo diga isto a Reliance, a maior empresa da Índia, que está investindo US$ 1 bilhăo na montagem de 600 joalherias.
Năo diga isto a Amália Sina, 44 anos, ex-presidente das subsidiárias brasileiras da Phillip Morris, da Walita e vice-presidente da Philips, que abandonou a carreira em multinacionais para montar o próprio negócio no setor de jóias e comésticos.
"Jóia é tudo", diz, quando ela se lembra mais das jóias que diplomas.
Formada pela FEI em Administraçăo de Empresas e pós-graduada em Marketing pela Triton College de Chicago, ela comprou a primeira jóia com 23 anos quando trabalha como exectiva de atendimento na consultora ACNielsen, que levou um ano inteiro para pagá-la, mas representou sua independęncia financeira.
Para ela, a jóia é uma ferramenta importante na vida de mulher. "A jóia representa o status de uma mulher. Quando era gerente, usava jóia de diretora. Quando era diretora, usava jóia para presidente. A jóia representava que estava sempre na frente. A pureza de uma pedra completamente diferente".
Sua empresa, a Amazonutri começou produzindo 25 quilos por męs, hoje produz 1000 quilos.

Este artigo é baseado em reportagem preparada por Paula Saldanha, e publicada na Folha de Săo Paulo no dia 28-4-08.


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