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Jóias religiosas: um mercado em crescimento - 1a comunhão


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Na última Feninjer, o CREBi.com em primeira mão, anunciou uma tendência marcante da feira: jóias religiosas. Vide artigo O que será top na próxima FENINJER .
Neste setor, o destaque vai para a fábrica de jóias Gênesis de Rio Preto. Aliás, em Rio Preto, há diversas fábricas com linhas religiosas, como Sedan, Connexion, DRW, que vem a nossa lembrança agora.
Contudo, não temos vistos jóias dedicadas aos dois eventos mais importantes da religiosidade cristã: batismo e 1a comunhão, onde existe um mercado inexplorado no Brasil do tamanho ou superior aos anéis de formatura. Produtos que existem não são dedicados especificadamente aos eventos religiosos.
Em países católicos, como a Espanha, estes eventos são considerados o 3o maior evento de vendas, depois dos Namorados (1o lugar), Mães (2o lugar) e jóias para 1a comunhão e bastimo (conhecidas como a jóia da tia ou padrinho).
Em reportagem do Diário da Manhã de Goiânia (captada do Clipping IBGM), a reportagem de Marcelle Alves (marcelle@dm.com.br) "Fé aquece mercado fashion" de 22-3 diz agora que a jóia religiosa virou fashion. Já existe a moda de roupas dedicadas a pessoas mais religiosas, onde a moderação é a constante. No caso de jóias é exatamente o contrário, o usuário faz questão de mostrar sua fé, mostrando suas jóias, muitas com pedras preciosas e com design mais arrojado.
O Sr. Edvaldo Pereira, gerente da Alfani Jóias diz a Marcelle: "As jóias da linha religiosa estão em crescimento constante, tanto no design, como no aprimoramento da qualidade. A era das medalhinhas acabou, agora há jóias religiosas de até R$ 50 mil".
É pena que as religões cristãs, embora apliquem a fé em jóias (é o caso da aliança de casamento), não chegam aos limites das religiões da Ásia, onde a jóia faz parte da própria fé. Uma das razões do grande mercado indiano de jóias.



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