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Mercado de luxo está crescendo no Brasil, mas o de jóias de luxo cresce mais

O professor Sílvio Passsarelli, diretor do programa MBA em Gestão de Luxo da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) diz que o "Brasil não aproveita nem 30% do mercado potencial de serviços e produtos premium. Surge um novo mercado, conhecido como Novo Luxo, com características sofisticadas, mas não excepcionais. Em outras palavras, luxo intermediário, a nova tendência entre as empresas atentas que aspiram por marcas de prestígio".
O professor acrescenta que o "mercado de luxo no Brasil já deve estar ao redor de US$ 4.5 bilhões", ou seja, maior que o maior que todo o setor de jóias.
O mercado de relógios é um exemplo do mercado do Novo Luxo, referido pelo professor. O grupo Dumont Saab, produtor de relógios populares, como Condor, Dumont, Timex, agora está importando linhas de grife como Armani, Diesel, DKNy. O Sr. Ricardo Brown, diretor de marcas do grupo, diz: a meta da companhia é aumentar o faturamento dos relógios de grife, hoje em 12% para 30% até 2010".
Agora, o grupo Dumont Saab pretende trazer marcas mundiais premium de jóias para o Brasil, o mercado é imenso". O único problemas são impostos de importação, enquanto os relógios têm um alíquota de 100%, em jóias são 120%, explica o Sr. Brown.
Outro mercado em crescimento no setor de luxo é o de óculos. Um mercado projetado para 750 mil peças ano e com faturamento em torno de R$ 525 milhões. A General Optical tem 500 pontos de venda classificados como A e 120 como AAA.
Estes dados foram captados da reportagem "Emergentes fazem surgir mercado subluxo" publicado pelo DCI em 28-03. Para ler a reportagem inteira, entre Clipping IBGM


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