
Na semana passada, o mercado foi surpreendido com o desejo da LVMH-Louis Vuitton Moet Hennessy de comprar a Tiffany, logo as ações do joalheiro de
luxo Tiffany tiveram seu valor de US$ 40.46 cada, aumentado
em 8.5%, o mais alto aumento em 2 anos, diz o relatório da Bloomberg.
A Tiffany diz que não comenta rumores.
A Tiffany & Co. se considera o primeiro joalheiro do mundo deste 1837. Para os franceses, isto não é bom.
Os analistas dizem que isto não é bom negócio para LVMH.
A LVMH oferece até $50 por ação ou um prêmio bruto de 25 prêmio por cento, entretanto é uma acordo difícil de ser amarrado, dizeram os analistas da Societe Generale.
Assim por que a possível frieza? Afinal de contas, a Tiffany comprou as jóias de Coroa Francesa em 1887.
Os analistas da SocGen disseram que Tiffany tem um posicionamento de segmento médio no mercado, enquanto a LVMH está num segmento mais requintado de jóia.
Embora a Tiffany seja conhecida talvez melhor como ponto para venda de alianças de noivado de diamante que a companhia reivindica ter introduzido este anel, também trabalha como segmento mais baixo, como jóia de prata e do célebre pulseira com um coração a US$ 125.
"Novos projetos de jóia de prata" são a chave para alcançar aquele objetivo", disse Michael Kowalski, executivo principal em uma conferência de varejo em setembro.
A LVMH, alberga marcas exclusivas como Chaumet fundada em 1780 e não supre os mais baixos estratos do mercado.
As alianças de noivado da Tiffany se tornaram um símbolo de status próprio freqüentemente usado pelas princesas da Park Av., como chamadas as meninas nos Estados Unidos.
A exposição significante da Tiffany para consumidores nos USA e Japão, é bastante saliente.
A Tiffany já está sentindo o impacto da compra lenta do consumidor onde suas vendas cairam 5 por cento em dezembro. Porém, no estrangeiro, suas vendas cresceram em 18 por cento na temporada de férias, apesar de desapontar os resultados no Japão.
O crescimento internacional forte é um sinal encorajador para os planos do joalheiro para se expandir internacionalmente, disseram os analistas A Tiffany planeja abrir uma média de 10 lojas no estrangeiro em um ano em países como a Coréia, Cingapura, México e Malásia, e em cidades européias como Hamburgo na Alemanha e Bolonha na Itália.
Antonia Branston, analista da Euromonitor disse que a LVMH poderia dar a Tiffany esta expansão internacional.
"A LVMH poderia dar a Tiffany o poder financeiro e experiência operacional para conquistar mercados novos", disse.
Provavelmente a LVMH não abafaria a independência e criatividade da Tiffany e criatividade. O grupo francês é bem conhecido pela liberdade comercial de várias marcas que possui, acrescentou Branston.
Maureen Hinton, analista da consultoria de varejo Veredict Research disse que pensa diferente.
"Embora Tiffany venda jóia prateada como um ponto de entrada na marca, eu ainda penso a Tiffany como uma marca de uma imagem muito luxuosa", disse.
As sociedades de Tiffany com outras marcas não são consideradas uma barreira. O joalheiro fez uma aliança estratégica recentemente com Swatch, o maior fabricante de relógios do mundo, para aumentar a distribuição de relógios Tiffany.
Para LVMH, o grupo suíço já provê componentes para relógio Tag Heuer e Dior, marcas da LVMH.
Enfim, o negócio da Tiffany para LVMH pode ser bom em alguns aspectos e ruins em outros. É uma questão de estudar.
Fonte: Marketworld, London
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