O Ministério Público Federal (MPF) suspeita que delegados e agentes da Polícia Federal em Marília, a 418 quilômetros da capital, desviaram jóias que foram apreendidas em uma operação realizada na região. Nesta quinta-feira, os promotores entraram com uma ação de improbidade administrativa contra o ex-delegado chefe da Polícia Federal em Marília, Washington da Cunha Menezes, para tentar esclarecer o caso.
As jóias foram avaliadas em US$ 600 mil. Além do delegado, estão sendo acusados na ação três agentes da PF, um advogado e um empresário. A Operação Oeste, como foi chamada, foi deflagrada pela Polícia Federal em abril de 2007, após mais de um ano de investigações que contaram com interceptações telefônicas.
Uma quadrilha formada por agentes de segurança pública federais e estaduais, ex-policiais, advogados e particulares que cometiam crimes na região oeste do Estado foi desmantelada.
Segundo o MP, o delegado Menezes já responde a cinco processos criminais e duas ações de improbidade administrativa.
Fonte: O Globo
Nota: Esse é um caso escabroso ocorrido a 3 anos em Marília, noticiado por este editorial, de uma notícia extraída do Jornal da Manhã de Marilia.
Numa operação da polícia federal, uma joalheria foi invadida e extraída de lá US$ 600 mil em jóias.
Até hoje não sabe se esta operação realmente estava no cronograma de PF. Tudo indica que não, pois a MPF está processando os elementos que formavam essa quadrilha.
Mas a pergunta que se faz, é: E a situação do joalheiro, do qual foram subtraído US$ 600 mil de produtos, como está?
Isto ninguém quer saber, nós queremos.
©2006 ITC