Os diamantes estão assumindo um novo brilho com os contratos de futuros, a serem lançados por meios eletrônicos a partir de 17 de setembro em Nova Iorque.
A indústria global de diamantes teve um faturamento de cerca de US$ 120 bilhões no último ano. O impressionante é que este negócio quase não progrediu desde a invenção do telefone, embora tenha um grande potencial.
Neste artigo, o CREBi.com apresenta os prós e os contras do sistema.
Contra o mercado de futuro para diamantes conforme Joseph Schlussel, presidente do The Diamond Register Inc.
A ameaça maior para nossa indústria não são os fabricantes de sintéticos que transformaram carbono em diamantes. É a commoditiy que quer tornar os diamantes em carbono.
Durante séculos, os diamantes foram venerados como a última expressão de amor. Então, na metade de 1970, uma comunidade de investimentos começou a vender diamantes como um artigo unificado. No fim, ninguém ganhou e os investidores cairiam em ruínas.
As pessoas que dedicaram suas vidas aos diamantes sabem que nunca o diamante pode ser um verdadeiro artigo. Nem todos os diamantes VS são iguais. As inclusões podem variar em tamanho, cor, e local. As pessoas nem mesmo concordam como deve ser o corte ideal.
O mercado de carbono está quente no momento, mas o carvão pode se transformar em cinzas.
A favor do mercado de futuro para diamantes
Os promotores para entrada dos diamantes nas bolsas de valores como uma commodity são as empresas de cotações dos preços dos diamantes:
- Em Nova Iorque - USA, a liderança cabe a Rapaport News. em conjunto com as bolsas de Nova Iorque e Chicago.
- Em Londres - Inglaterra, a DiamondPrices se uniu ao 2o maior banco indiano, o ICICI Bank e ABN-AMRO (Banco Real no Brasil) que acaba de ser comprado pelo Santander da Espanha.
A estrutura dos dois grupos é similar, embora com detalhes diferentes.
Nesta semana, o Rapaport News implanta em Nova Iorque o 1o projeto neste sentido. Baseado nas informações do Rapaport News, o CREBi.com vai acompanhar o processo que começa dia 17 a 19.
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