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Nova geração de joalheiros surgem no Brasil para revigorar o setor

    10/10/2017
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Todas as grandes cidades do Brasil tem revelado grandes artistas na ourivesaria, uma geração que apostam na valorização de temas e materiais do Brasil, como pedras preciosas. Muitos exemplos poderiam ser apresentados, mas vamos por ora nos reter em dois artstas. Um do Norte e outro do Sul. sto é importante, porque a joalheria precisa de renovação e se revigora com a nova geração de desgners.
O catarinense Daniel Mafra, que há dois anos deixou a comunicação da Colcci para seguir carreira solo no mundo da moda, acaba de lançar sua segunda coleção de joias, a primeira exclusivamente com pedras brasileiras. A inspiração veio de uma visita do jovem empresário ao Victoria and Albert Museum, em Londres, onde ele esteve no salão dedicado a pedras preciosas e percebeu que as mais belas eram de origem brasileira.
Isto torná-se mais significativo, pois um estilista está enveredando pelo mundo das joias.
O segundo exemplo vem de Natal, onde artistas como Caio Freire e Gabriela Sales – do Ateliê Ser Tão – e Aldenôr Gomes – focado mais na prata – produzem jóias autorais, à custo acessível e de forte relação com a identidade regional.
Os materiais utilizados variam entre prata, madeiras (umbuzeiro, louro) e pedras regionais, como o quartzo, turquesa, topázio imperial, esmeralda, água marinha e turmalina paraíba, uma das mais requisitadas do mundo, encontrada em minas da Paraíba. As peças, todas únicas, confeccionadas artesanalmente, combinam requinte com elementos rústicos, mostrando forte relação temática com árvores da região.
Dentre as peças que se destacam está um anel de louro, uma madeira nobre, cujo pedaço foi encontrado em materiais de descarte. A madeira é combinada com prata trabalhada na textura e oxidação, e com detalhe de turmalina paraíba. Outra peça que chama atenção é a “Jurema Sagrada”: um colar cujo pingente de prata é uma árvore de jurema de prata esculpida, associada a um pedaço de madeira rústica da própria jurema.
O Ateliê Ser Tão tem cerca de um ano de funcionamento. O espaço, além de comercializar as joias autorais da dupla, é oficina de produção e escola. “A ourivesaria é um conhecimento muito fechado, passado de pai pra filho. Queremos com esse espaço abrir essa arte para mais pessoas interessadas em conhecerem. Assim como eu fiz, tendo as aulas com o Caio. Em três meses de oficina com ele é possível aprender a técnica básica para desenvolver trabalhos futuros”, diz Gabriela.
CREBi Online Reporter

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